
O instante em que toco o meu rosto
O instante em que me afasto do meu corpo
São instantes em que desconheço o meu esboço
São instantes em que desconheço o meu esboço
São instantes em que me vejo no poço.
Enxergo a escuridão na sua totalidade
Chego a sentir o poço na sua profundidade
E pergunto se é aqui nesse poço
Que terei a chance de me desgarrar da febre da humanidade.
Ainda continuam o poço vazio e o oculto
É tudo o que procuro...
Me vejo então no nada
De tudo que um dia
Foi tudo o que vivi!
Foi tudo o que vivi!
Danielle,
Espinho,02 de fevereiro de 2003.
Espinho,02 de fevereiro de 2003.
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