A espera pelo desconhecido é imensa, para não dizer, infinita - Sentada a beira desse mar brando sinto o desejo de me doar ao barco que aparenta leve e impotente diante dessa imensidão cinza e fria. Observo os pássaros que se aproveitam dessa lentidão sossegada. Do meu canto, grito calada essa paisagem que me assalta os sentimentos da partida...
Foi lá, naquela ilha escondida de tudo, que me reconheci fugitiva, até daquilo que não me pertencia.
Danielle Soares
Porto, 10 de outubro de 2009
* Homenagem a Ilha de Vlieland - Holanda
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