terça-feira, 17 de novembro de 2009

A ti que segues sem os meus abraços,
Sem os meus passos guardados nos teus espaços,
A ti que um dia não vivia sem mim,
Guarda a pequena e vaga memória do olhar que dispensei para ti.

Por onde andas que já não encontro os teus rastros?
Com quem vais?

Deixei de te pertencer sem entender
Desejei voar sem notar a falta que isso me traz
Meus cabelos assanhados esperam pelas tuas mãos, anjo dourado...
Minha vida pacata aguarda as nossas mãos dadas, unidas pelo sabor do Alvorada.

Aonde vais que já não retornas?
Cavaleiro errante, misterioso e bondoso
Quem levas nos teus encantos, um dia saboreados por mim?

Danielle Soares
Porto, 17 de Novembro de 2009

4 comentários:

Roberta disse...

Adorei esse poema, Dani! =)

Danielle Soares disse...

Que bom Roberta,muito obrigada pela visita e pelo comentário deixado.Beijo

Kaiser Soze disse...

A tragicidade do amor, o assunto pai de todos os assuntos.

ps: sou loiro e angelical. nós, anjos dourados, somos um perigo ehehe

Danielle Soares disse...

A tragicidade do amor...Pai de todos os assuntos...Inspiração para toda e qualquer arte...
Quanto ao Ps. no comment...hehhe
Será que só os anjos dourados são "um perigo"???Esperemos que não...hehhe